Uma pequena loucura a meio da semana sabe sempre bem! Meti a tarde de férias e lá fui eu... maluca!!!
Foi uma noite inesquecível... e devo dizer que a lua ajudou!!
Ah sapo!! Pensei muito em ti!!
Não há nada como um bom concerto para renovar as energias!!
A primeira imagem do Estádio Nacional, durante a actuação dos Fiction Plane (a banda do filho de Sting), era desoladora. Parecia até que se tratava de um concerto com uma banda menor, mas, à medida que os minutos para o concerto dos Police se foram escoando, o recinto foi enchendo até quase esgotar (excluindo a zona das bancadas). E foi com naturalidade que se ouviu um coro imenso quando as luzes se apagaram. O palco estava pronto e o público também. Passavam 17 minutos da hora inicialmente prevista para a entrada dos Police (21.30). Começaram por atacar Message In a Bottle, com um "Boa Noite Lisboa" pelo meio. Tal como se previa, os Police não alteravam o alinhamento escolhido para esta digressão, o que ficava comprovado logo de seguida com Sinchronicity II e Walking On The Moon, já com direito a coro popular. Sting treinara o seu português na apresentação de Andy Summers e Stewart Copeland, perguntando de seguida se estava "tudo bom".A espera valera a pena. As terríveis filas no acesso ao Estádio Nacional não tinham esmorecido uma banda que, apesar de uma longa pausa, comemorava 30 anos com uma digressão única e irrepetível. Muitos foram os que se queixaram do preço dos bilhetes, acabando por ir para o relvado quando a preferência eram as bancadas. Talvez por isso, esta fosse a zona mais despida do Estádio Nacional numa noite bastante fria. Para grande parte do público, foi o reviver da adolescência. Por isso, os antigos êxitos passaram de boca em boca num sentimento de partilha geracional. Ao contrário dos festivais e de grande parte dos concertos, a juventude tinha ficado em casa e, desta vez, os pais também tiveram direito a divertir-se. Para o sexo feminino, a presença de Sting num palco tão grande era também motivo de grande excitação. Ainda por cima, o vocalista da banda monopolizava um ecrã só para si, com uma realização que não escondeu o quão magro se encontra.Sem ser uma grande produção visual - os Police sempre valeram mais pela música - nenhum pormenor foi descurado. À boa forma da banda, facto de assinalar para quem não tocava em conjunto desde 1985, juntava-se um belíssimo anfiteatro natural capaz de tornar esta noite diferente das outras. Afinados e coordenados, Sting, Andy Summers e Stewart Copeland não mostraram sinais de velhice. Foram duas horas de espectáculo com muito rock'n'roll à mistura, o que significa que houve espaço para solos. Os três ecrãs que individualizavam cada um dos músicos não esconderam as rugas mas provaram que esta é uma banda e não apenas o grupo de Sting. Na primeira parte, os Fiction Plane não desmentiram aqueles que os classificam como a banda do filho de Sting. O timbre é tão semelhante que as comparações são inevitáveis. Competentes sem deslumbrar, aqueceram uma noite que só mais tarde se viria a revelar memorável.
3 comentários:
Inveja, muita inveja... :)
Grande Toupeira, é assim mesmo!!!!!
Férias a meio da semana, efeitos da lua... estou orgulhosa, bota sentido que a lua é traiçoeira ;)!!
Já agora, convite de quem?
estou a morrer de invejaaaaaaaaaaaaa
Não quero provocar inveja a ninguém!!! Apenas partilhar as minhas emoções...
Bem Sapo...imagino que estejas a morrer de curiosidade mas depois conto-te tudo!
Postar um comentário